TEMER AFUNDA A ECONOMIA: Combustíveis e energia pesam na inflação

Os preços livres (alimentos e vestuário, por exemplo) aumentaram 0,13% em julho e os administrados, estabelecidos por contrato ou por órgão público, subiram 0,89%. Em um período de um ano, a diferença é ainda maior: os livres sobem 2,2% e os administrados, 11,4%.

O que mais teve peso para a alta dos administrados foram os preços dos combustíveis. Em 12 meses, a gasolina subiu 28,4%, respondendo por mais de 40% da alta dos administrados. Outro custo foi o da energia elétrica, que avançou 18% no período.

Por outro lado, o grupo alimentação caiu 0,12% em julho e, em 12 meses, tem leve alta de 1,4%. Vilões de outrora, como o tomate, caem mais de 23% no período.

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A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou apenas 0,33% em relação a junho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, os preços sobiram 4,5%, bem acima da média em 12 meses registrada até maio, abaixo de 3%.

Economistas apontam que a inflação deve encerrar o ano mais próximo de 4,1%.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

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